Queria cantar às ruas de Praga;
quero o gelo na ponta do meu nariz.
Necessito de um frio tão profundo
que me faça parar de sentir
minhas mãos e dedos no toque suave das melodias;
no violão incerto. Minha garganta...
Minha voz dilacerada, meu canto em silêncio.
Meus cabelos ao vento, minha carne: minha maldita existência.
Preciso de algo assim como a morte;
ausente, por mais que em mim permaneça.
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Ao telefone
Pois pode tocar à vontade,
seu músico inconveniente.
Ontem a noite foi de farra.
O sol nasceu ardente.
Pode gritar à vontade, pois
eu não me saio da cama
para te atender.
=P hehe
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terça-feira, 7 de agosto de 2007
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